Democracia em Angola

Governo prevê vacinar 10 mil profissionais do pré-escolar

O Ministério da Saúde prevê vacinar 10 mil profissionais, entre professores e outros funcionários do ensino pré-escolar, na capital do país, afirmou hoje, segunda-feira, a titular do sector, Sílvia Lutucuta.

Em declarações à imprensa, no início do acto de vacinação dos profissionais, que decorre no magistério primário Mutu-Ya-Kevela, avançou estarem criadas as condições para atenderem seis mil pessoas diariamente.

A ministra adiantou que neste processo, as jovens mães que amamentem não devem se preocupar, por não haver qualquer contra indicação.

Informou não existir contra-indicações para mulheres que amamentam, contrariamente as grávidas e apelou as mesmas a se dirigirem as instituições de saúde nas comunidades para maior esclarecimento e o cadastramento para a vacinação.

Deu a conhecer que a vacinação deverá acontecer durante dois dias. Até ao momento já foram vacinados 37 mil pessoas.

Deu a conhecer que o próximo grupo alvo serão tripulantes e assistentes de bordo, ainda esta semana.

Por sua vez, a ministra da Educação, Luísa Grilo, realçou que apesar de se vacinarem primeiro os professores do pré-escolar, estão a gizar com o Ministério da Saúde um processo mais público, devido ao número de vacinas, sobretudo da primária que também é uma camada sensível.

Maria Contreiras, de 55 anos de idade, foi a primeira educadora de infância a ser vacinada e garantiu não ter qualquer sintoma e apelou aos demais cuidadores de crianças a se vacinarem para garantir maior imunidade contra a Covid 19 e protecção dos petizes.

Sandra Cruz, directora de uma instituição, incentiva todos colaboradores a aderirem a vacinação, por entender o quão complicado seria lidar com os menores sem uma maior protecção.

Até ao momento foram  vacinados profissionais dos sectores da saúde, interior, idosos e deputados.

Angola recebeu 624 mil doses de vacina contra a Covid-19, no quadro da Iniciativa Covax.

O processo de vacinação gizado pelo Executivo abrange, numa primeira fase, 20 por cento da população angolana, totalizando 6.419.534 de pessoas com exposição contínua, como os profissionais de saúde, de serviços sociais e da ordem e segurança pública, pessoas com mobilidades de risco e de idade igual ou superior a 40 anos.

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